
Parabéns Aragon
Em breve, mais uma produção Canna’s Corporation

Hey, ho, let's go!!!
E no dia de hoje, no mundial de Mendrísio, o sangue bom Fabian Cancellara mais uma vez arregaçou no contrarrelógio. Chegou 1’27 na frente do segundo colocado com uma velocidade média de 51,6 km/h.

Primeiro ache uma garrafa PET e faça uma marcação eliptica com canetão.


Corte com um estilete ou tesoura. Com uma garrafa da pra fazer duas ou três peças.
Depois faça quatro cortes por onde passarão as braçadeiras ou até mesmo dois pedaços de cordão.

Aí é só colocar no quadro da bike. simples e fácil, dá pra fezer um desses até na rua.
Na parte da frente como está na foto consegui colocar na mesma braçadeira do porta-garrafa.
Evita molhar as calças ou as penas com a água que sobe do pneu.
O legal é que é gratis e ecológico!!!!
Passando o Dia Mundial Sem Carro, pudemos constatar o que já esperávamos, a atuação ridícula da prefeitura de São Paulo, que iniciou incentivo tímido em 2007, e desde então a timidez só cresceu. Não vou me aprofundar no tema, pois este é um blog de pessoas educadas e nos faltaria o vocabulário adequado para contemplar o tema com o devido mérito.
Mas introspecções acerca do que queremos em relação à vida nas cidades me relembraram minha decepção com o Tour de France e este a postagem que devo desde então.
Moro em Basel desde dezembro, e ao descobrir que o Tour passaria perto de casa, achei a oportunidade imperdível. Não foi difícil convencer o colega de república a pedalar até Dannemarie, na França, onde seria um ponto de sprint.

Chegamos com umas duas horas de antecedência, e o circo já estava armado. Grades de contenção, policiais, telão, ponto de sprint.

Até aí tudo bem, mas uma hora antes dos ciclistas chegarem, começa passar a caravana dos patrocinadores. Com pelo menos 5 veículos por empresa, entre motos, carros e caminhões, passavam lentamente, fazendo muito barulho, “animando” o público, e arremessando-nos “brindes”, que em sua maioria eram objetos completamente descartáveis e sem nenhuma utilidade além de acenar para os ciclistas e para as câmeras televisivas. Uma quase excessão foi o boné de bem pouca qualidade do Carrefour (Sim, eu sou um dos idiotas da foto, o outro é meu colega de república).

A passagem do grupo em fuga foi fulminante, e não me perguntem quem ganhou o sprint, eu estava ocupado filmando, e ainda que não estivesse, não sei os números dos corredores de cabeça, além do camarada da motoca esperando um fotógrafo não ter ajudado muito.
O pelotão chegou logo atrás, junto com os pelo menos dois carros de cada equipe (Ao total, patrocinadores e equipes, um veículo automotor por bicicleta?).







Depois que acabou a brincadeira, um chimarrão para esquentar antes de pedalar os 30 km de volta a casa. E ainda deu tempo de ver os últimos 40 minutos da etapa pela televisão. Foi um dia bem legal! Mas acho que o excesso de veículos automotores deixa um pouco amarelo o sorriso de qualquer amante de bicicleta, que não foi ver outra coisa que bicicletas e ciclistas.