Cidades que investem em infra estrutura para a bicicleta ganham dinheiro com o ciclo turismo.
É o óbvio evidente, mas é sempre bom ler isso na grande imprensa.
Cidades que investem em infra estrutura para a bicicleta ganham dinheiro com o ciclo turismo.
É o óbvio evidente, mas é sempre bom ler isso na grande imprensa.
O Albert é conhecido mundialmente por ser o primeiro (ou um dos primeiros?) fixeiros de São Paulo. Acontece que há algum tempo, sua fixa passou por uma cirurgia de mudança de sexo e acabou virando uma estradeira. Exatamente essa do vídeo abaixo:
Pra quem está preocupado, pode ficar tranquilo: parece que a GoPro saiu ilesa e sem sequelas.
Paris-Brest-Paris 2007 foi uma corrida de proporções verdadeiramente épicas em todos os sentidos e uma experiência sem igual. Certamente não foi minha melhor corrida, mas parece quase impossível compará-la a qualquer outra.
É realmente uma boa rota para uma roda fixa. As colinas são constantes, mas nenhuma delas é ridícula. Em nenhum momento cheguei a pensar em descer da bike e empurrar.
Depois da Boston-Montreal-Boston do ano passado, eu disse que não correria ela de novo com uma fixa.
No entanto, em nenhum ponto da Paris-Brest-Paris pensei isso e a probabilidade de eu aparecer de novo de fixa em 2011 é muito alta.
Relato da Emily O’Brien extraído da página do Papa.
Se você está pensando em participar, fique ligado nas datas dos brevets.
Se você nunca pensou nisso, por que não?
Se você nem sabe o que é isso, vai pra … página oficial.
Acabou onte o mundial de ciclismo, em Melbourne.
Embora não seja uma fixolimpíada, nem mesmo seja a competição mais legal da Australia, o mundial de estrada é interessante.
Destaques:
- O Cancellara esmagar no contrarrelógio já não é mais destaque. Tá ficando sem graça. Ah, sim, mas ele ganha porque tem um motor… sei, sei…
- Nossa musa sueca ficou em nono no contrarrelógio, quatro posições atrás da maravilhosa quarentona Jeannie Longo-Ciprelli, que ficou a apenas 29 s do pódio.
- O masculino sub 23 teve um empate no segundo lugar. Bizarro.
- A delegação brasileira era composta exclusivamente pelo Murilo Fisher. Por que raios não foram preenchidas as duas outras vagas? Mandassem o Bruns e o Ivo e tava tudo resolvido.
- A delegação italiana não teve dinheiro pra participar do contrarrelógio, mas pagaram caro pra uma gostosa fazer a cobertura do evento com seu iPhone. É isso ai, na vida é preciso ter prioridades.
Esse tal de Mont Ventoux é uma montanhasinha que tem lá na França. É uma subidinha delicada. É tipo como subir a brigadeiro, depois duas ministros, depois a fradique, depois mais uma ministro de novo, depois… você vê as nuvens olhando pra baixo.
Quando os viadinhos não afrouxam, uma etapa do Tour tem a chegada lá.
E os caras sofrem. Vencer essa etapa é uma glória tão grande quanto vencer as clássicas mais importantes.
E de fixa, encaras?
Então assiste o vídeo.
Lá no DoubleOhTwo, onde achei essa foto, tem uma historinha sobre essa Fireflies. Mas pouco importa, fiquei hipnotizado por essa foto:
Pqp, que foto foda, que estrada foda pra dar um pedal. Veja ela maior aí. Dá até pra chamar de road porn.
Enquanto não começa a Fixolimpíada, aproveitemos a volta mais montanhosa e alcólica do mundo.
Pela segunda vez no ano, o suiço que manda no contrarrelógio deixou o cheirador belga pra trás.
E desta vez foi na casa do adversário, na volta de Flanderes.
Siga este link, encontre o vídeo entitulado “Cancellara laat Boonen achter op de muur” e aprenda como é que se mata um sprintista.
Já expliquei aqui porque gosto das provas de contrarrelógio e, consequentemente, porque admiro o Cancellara. (Espero que ele nunca seja pego no anti-dopping)
Momentos grandiosos e divertidos do mestre.