Nestes dias, vemos os desmandos dos governos Motor&Serra e Nunkassabi, passando por cima do plano diretor e apressando uma obra faraônica na marginal Tietê, com o corte de arvores centenárias e impermeabilização de 19 hectares. Não sei se será possível deter a obra, mas pelo menos essa barbárie está sendo muito bem documentada e divulgada pela mídia alternativa, como no caso de CicloBR de André Pasqualine e Blog de Ecologia Urbana de JP Amaral. Aqui vai um contraponto interessante, desde Luzern, Suiça:
Essa é uma propaganda dos Junge Grüne (Jovens Verdes), ala jovem do Partido Verde da Suiça. Achei a propaganda de extremo bom gosto e realmente cativante. Nenhuma promessa, nenhuma cara de um tonto engravatado com sorriso amarelo. Apenas uma bicicleta verde.
Mas, como nem tudo são flores, Aqui vão duas propagandas do SVP, um partido, digamos, conservador. Essas propagandas foram para o plebiscito sobre a implementação do acordo Schengen na Suiça, que eliminou o controle de fronteiras nos países da União Européia.
A boa notícia é que eles perderam O trânsito nas fronteiras suiças é aberto a toda União Européia.
Ontem a noite por volta da 01 da manha tambem tive um acidente. Graças ao capacete não sofri nada serio. Foi um dos unicos dias que sai de capacete e de fixa . Estava pedalando pela direita e não vi um apressadinho veiculo cruzar o farol vermelho logo ali na paulista com bela cintra. Apertei com tudo o freio da frente ( que a fixa so tem esse) e dei a famosa “volta” no ar caido de joelhos e depois batendo a cabeça. Sorte que estava com duas calças. O capacete ( ja sofrido do tombo no pico do jaragua) merece sua aposentadoria agora, depois de um ano de uso. Não saio mais sem o capacete, nem andando ” Slow Bike”. A bicicleta so teve o guidão entortado e na hora do tombo caiu em cima de mim, o que me deu um belo hematoma nas costas. Bom pelo menos to vivo !
Abraços de triplo mortal
Haase”
………..
” Aqui em São Paulo eu costumo usar sempre o capacete. Trânsito pesado é melhor se previnir contra as quedas bobas que o capacete ajuda a diminuir os danos.
Mas todo o seu relato me faz lembrar pq as vezes eu não uso o capacete. Justamente pela “falta de coragem” que ele me dá. Acabo sendo cauteloso sem a famosa casca de isopor. Afinal o bom senso e a moderação na velocidade ajudam a PREVINIR acidentes e essa é sempre a melhor solução.
Dias desses alguem me disse que nunca tinha visto mulheres nesses videos gringos sobre fixas que temos por ai, e sendo assim, elas não existiam. Resolvi então, dar uma fuçada e vejam só, Juliet Elliotalem de linda, ainda manda bem no pedal. Sei que em Sampa já temos algumas representantes, mas fica aqui o apelo, meninas vamos fixar, por que não existe nada mais elegante doque FixieWomans.
” Os motoristas alemães continuam parando em cima das calçadas e ciclovias, buzinando e matando os ciclistas e pedestres.
A pequena diferença é que aqui, pelo menos, eles olham por cima do ombro antes de converter a direita pra ver se tem um ciclista tentando seguir reto. Vai que o maldito ciclista amassa a porta do buda sobre rodas…
Com educação, sem educação, no terceiro ou no primeiro mundo: Autofahrer = Idiot!”
O local?
O mesmo de sempre, Praça (ainda não sinalizada) do Ciclista, que fica no canteiro central da Avenida Paulista, entre as ruas da Consolação e Bela Cintra (Mapa).
Concentração Lúdica: 12h
Saída: 14h
Sábado de Aleluia estão todos convidados a malhar o judas mais odiado deste ano em São Paulo: Alexandre de Moraes.
Ele conseguiu a proeza de ser odiado por ciclistas, motoristas e motoqueiros de São Paulo ao dar a morte para os primeiros, engarrafamentos para o segundo, e mostrar a bunda para os terceiros. Como? Disse que não liga se ciclistas morrem se isso ajuda o trânsito a ficar bom, deixa acontecer engarrafamentos recordes e se recusa a colocar as faixas de motos (que trazem segurança), porque os motorista não querem.
Enfim, a partir do meio dia (mas talvez começando mais tarde), na Praça do Ciclista, malharemos o Alexandre de Moraes, presidente da CET, SPtrans e secretário da (falta de) transporte na cidade de São Paulo.
“Para as mulheres adeptas ao estilo de vida saudável há uma ótima opção de comemoração ao Dia Internacional da Mulher: pedalar pelas ruas paulistanas. O “Saia na Noite”, primeiro grupo de ciclistas mulheres do Brasil, realiza no próximo domingo (08.02) uma pedalada pela capital paulista para comemorar o Dia da Mulher e chamar atenção para o aumento do número de ciclistas na cidade, principalmente do sexo feminino.
Para participar é preciso levar 2 kg de alimento não perecível ou itens de higiene pessoal, que serão doados ao Lar dos Idosos Madre Teodora. As 100 primeiras mulheres a chegar ganharão um kit com camiseta, caramanhola e uma surpresa. Os homens também podem participar, desde que acompanhados de uma mulher – e da bicicleta – e com as doações.
A concentração será às 10h na Ofner da Av. 9 de Julho com a Rua João Cachoeira, no bairro do Itaim. As inscrições das participantes começa a partir das 9h.
Sobre o Saia na Noite
Criado em 1992 por um pequeno grupo de mulheres que já praticavam o ciclismo em São Paulo, o “Saia na Noite” reúne todas as terças a noite mulheres com um gosto em comum: pedalar. São mulheres de todas as faixas etárias que usam a bicicleta para passear, trabalhar e até mesmo viajar. Juntas, elas dão dicas umas as outras sobre bicicletas e trocam experiências sobre o pedalar na cidade.”
” A história dos esforços humanos para subjugar a natureza é também a história da subjugação do homem pelo homem.” Max Horkheimer
Arte: Igual a você
Sílvio, que adora matmática ( e nas horas de ócio, filosofia) e Gabba ( o intitulado Guru), que se encontra em terras de filosofantes, poderiam nos explicar:
Pedalar uma roda fixa, é uma momento único na urbe, de subjugação da natureza humana?