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Fotos gigantes
julho 21, 2011Hoogerland é o cara
julho 11, 2011Taqueupa, o Tour desse ano tá foda.
Esse cara foi arremessado para a cerca de arame farpado pela barberagem do carro da tv francesa, mas conseguiu continuar e conquistou a camisa de bolinhas e, com muita justiça, o prêmio de atleta mais combativo do dia.
Tour de France 1955
setembro 30, 2010Com direito a bike polo num campo de grama no meio do velódromo.
E acrobacias com as motocas que faziam vácuo.
Sensacional!
L’Alpe d’Huez
agosto 10, 2010Continuando a categoria road porn, que inaugurei nesse post, babem nessa foto:
É o L’Alpe d’Huez, na França, que faz parte de algumas edições do Tour (não rolou em 2010) e também da La Marmotte.
A foto vem do site da Rapha.
Mont Ventoux
agosto 8, 2010
Esse tal de Mont Ventoux é uma montanhasinha que tem lá na França. É uma subidinha delicada. É tipo como subir a brigadeiro, depois duas ministros, depois a fradique, depois mais uma ministro de novo, depois… você vê as nuvens olhando pra baixo.
Quando os viadinhos não afrouxam, uma etapa do Tour tem a chegada lá.
E os caras sofrem. Vencer essa etapa é uma glória tão grande quanto vencer as clássicas mais importantes.
E de fixa, encaras?
Então assiste o vídeo.
Tabela periódica
março 6, 2010O que o DMSC tem a ver com o Tour de France (e vice-versa)
setembro 24, 2009Passando o Dia Mundial Sem Carro, pudemos constatar o que já esperávamos, a atuação ridícula da prefeitura de São Paulo, que iniciou incentivo tímido em 2007, e desde então a timidez só cresceu. Não vou me aprofundar no tema, pois este é um blog de pessoas educadas e nos faltaria o vocabulário adequado para contemplar o tema com o devido mérito.
Mas introspecções acerca do que queremos em relação à vida nas cidades me relembraram minha decepção com o Tour de France e este a postagem que devo desde então.
Moro em Basel desde dezembro, e ao descobrir que o Tour passaria perto de casa, achei a oportunidade imperdível. Não foi difícil convencer o colega de república a pedalar até Dannemarie, na França, onde seria um ponto de sprint.

Chegamos com umas duas horas de antecedência, e o circo já estava armado. Grades de contenção, policiais, telão, ponto de sprint.

Até aí tudo bem, mas uma hora antes dos ciclistas chegarem, começa passar a caravana dos patrocinadores. Com pelo menos 5 veículos por empresa, entre motos, carros e caminhões, passavam lentamente, fazendo muito barulho, “animando” o público, e arremessando-nos “brindes”, que em sua maioria eram objetos completamente descartáveis e sem nenhuma utilidade além de acenar para os ciclistas e para as câmeras televisivas. Uma quase excessão foi o boné de bem pouca qualidade do Carrefour (Sim, eu sou um dos idiotas da foto, o outro é meu colega de república).
A passagem do grupo em fuga foi fulminante, e não me perguntem quem ganhou o sprint, eu estava ocupado filmando, e ainda que não estivesse, não sei os números dos corredores de cabeça, além do camarada da motoca esperando um fotógrafo não ter ajudado muito.
O pelotão chegou logo atrás, junto com os pelo menos dois carros de cada equipe (Ao total, patrocinadores e equipes, um veículo automotor por bicicleta?).







Depois que acabou a brincadeira, um chimarrão para esquentar antes de pedalar os 30 km de volta a casa. E ainda deu tempo de ver os últimos 40 minutos da etapa pela televisão. Foi um dia bem legal! Mas acho que o excesso de veículos automotores deixa um pouco amarelo o sorriso de qualquer amante de bicicleta, que não foi ver outra coisa que bicicletas e ciclistas.

Escrito por Sílvio 








