Como se faz

outubro 30, 2008

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Grafitti na bicicletada

outubro 30, 2008
Murfy

arte: Murfy

Calma, é só um teste.

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Slow bicycles

outubro 27, 2008

Menos velocidade, mais estilo. Menos esporte, mais transporte. Menos destino, mais jornada. Menos conflito, mais prazer.

Palavras de ordem que representam um pouco do que sentimos com nossas fixas pelas cidades. Mas não são nossas, são de um movimento chamado Slow bicycle, que também não tá muito afim de continuar nessa correria alienada. Slow bicycle, slow food, slow cities… devagar com o andor. Tá com pressa, vá de bike.

“Ir devagar não é fazer as coisas rápido como um caracol, é trabalhar, se divertir e viver melhor fazendo as coisas na velocidade certa”.

Eles fizeram votações para escolher um manifesto e um slogan. Fiquei com vontade de fazer isso pra roda fixa também. Algumas idéias: “menos frescura, mais pedal!” “Enquanto você se estressa eu vou voando”. “Quanto menos você gastar e quanto mais meter a mão na massa, mais legal vai ser sua bike”.

Muita gente procurando novos caminhos, somos só mais um punhado de gentes nesse balaio de gatos. E as bicicletas têm que ser pra todo mundo.


Momento Copenhagen

outubro 27, 2008

Siga este link para um video intrigante de 15 segundos. Dica do Zé Alberto. “O simples ato de esperar numa ciclovia o farol vermelho mudar. Um momento Copenhagem.”


Nova fixie paulista

outubro 24, 2008

Rapaziada fixada,

Está nas ruas a mais nova roda fixa de SP: a Monark Super 10 “Mafalda“, pertencente à mais nova fixie paulista, a JuM.

(…)
Ela anda pacaráleo e ficou excelente para fazer manobras…contrariando a teoria do Wagner que a bike não faz diferença…mas eu sou principiante catzo! Deu trabalho, mas acho que ficou legal. Vejam as fotos, toscamente tiradas.

Titio Canna
Manager da Canna Junkyard Trades, Restorations, Modifications and Fixations

Mafalda, a fixa da JuM

Mafalda, a fixa da JuM

Comentários:

“o que eu tenho a dizer é RAAAA!

Mafalda verde maçã-verde. ouié!

gracias Pastor Canna. manda super bem.!

{}s fixos”

JuM

……….

“A Titio Canna Solid Junkyard Corporation and Fixation ainda vai acabar engolindo a Pasqualine Holdings, que tá sofrendo com a quebra do cassino e a queda do Muro da Rua lá em NY…
Como é bom ter uma garagem sem carro, hein Titio? E aquela Kombosa lá de canto, uau…
Meus parabéns, meu caro mestre da marreta de precisão, a bike ficou linda e o trampo todo é inspirador…”

Apocalipse Motorizado

……………

Já disse e repito.
Canna devia fazer só isso. Se especializar nas fixas e dominar o mercado mundial. Scott, trek, caloi, monark vão implorar para que ele conte sua fórmula de fazer tão bem feito uma bicicleta, mas o Pastor não vai cair na tentação.
Parabéns pela Mafalda. Ju aproveite.
Abs,

…………
outras fotos
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De fixa em uma ciclo-TOSCO-via paulistana

outubro 23, 2008

São Paulo, é a cidade dos superlativos: números de habitantes, carros em circulação, ruas e avenidas. etc.

“(…)A cidade foi repensada nos últimos 50 anos para atender as demandas do uso do automóvel particular,(…)São Paulo ainda não é uma cidade amiga da bicicleta, mas é possível a um ciclista viver nela.(…)”

Diria mais, sim é possível pedalar na cidade( apesar de não existência de ruas com tráfego calmo, ciclofaixas e  contar com menos de 30 km de ciclovias)

Já em Curitiba

Sobre as Ciclovias em São Paulo:

Uma bicicleta a mais em São Paulo

6 km de ciclovia em SP

Operação Pomar 2.0

As cidades e os rios

Apocalipse em números

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Ideia Fixie

outubro 23, 2008

“Olá Pessoal,

Sò para constar que ficou pronta a minha fixa aqui em Beagá.

Ideia Fixa, a Fixa do Fernado , de Belo Horizonte

Ideia Fixie, a Fixa do Fernado , de Belo Horizonte

To colocando aqui para agradecer de montão ao Pastor Canna que deu muita força por emails. Valeu Tio Canna.”

Fernando Norte

+ fotos – aqui

As fixas no Brasil

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Pedale com tranquilidade

outubro 21, 2008

De Roda Fixa, tudo é simples: você e sua bicicleta.

O vídeo abaixo, não retrata um pedalar com uma fixa, só o simples e singelo: Slow Bike.

leia mais:

The Slow bicycle

Baixa Velocidade no T.A.

Fragmentos do Cotidiano

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Nasceu a Mona: abram alas para nossa primeira dama

outubro 21, 2008
mona
De Monárcia à Mona, a saga da monark 10 que virou caloi 10 que virou sprint 01
Tudo começou quando comprei uma monark 10. O Canna, em minha homenagem, deu a ela o nome de Monárcia. Ela estava toda  zoada, detonada mesmo. Tinha rodas, mas carcomidas por ferrugem, a pintura estava nojenta, enfim um lixo.  Comecei a ver como fazer para pintar e comprar as peças. A coisa foi demorando e resolvi partir para um plano B, que consistia em comprar uma bike em melhores condições. Achei uma caloi 10 bastante boa, mas não consegui ajustar meus horários com os do proprietário, e uns 10 dias depois parti para uma caloi sprint 10.
A Monárcia foi pro Canna, a caloi 10 pra pqp e a sprint (ainda) 10 – em futuro batismo, Mona – fui buscar em Guarulhos, na minha primeira viagem àquela cidade. De metrô e ônibus. Confiando nas fotos e nas palavras do vendedor, decidi que voltaria pedalando uma bike desconhecida. Como o endereço ficava perto da Ayrton Senna, em poucos metros eu estava no acostamento de uma rodovia. Sentindo que o banco precisava estar mais alto. Que os freios poderiam estar melhores (mas, afinal, era uma sprint) e que era bom me acostumar logo àquela postura completamente diferente do habitual. Entrei na marginal e novamente as origens loiras atacaram, confundi a entrada para a marginal da marginal e de repente eu estava na pista expressa da marginal tietê!! Acho que os motoristas ficaram tão surpresos que ninguém passou perto de mim, então achei bom e segui um bom trecho por alí mesmo… Essa foi a segunda aventura – considerando a primeira ter a bike inteira e funcionando.
Cheguei em casa sã e salva, e à noite Canna e JuM apareceram para a transformação… que não aconteceu. A marreta de precisão não foi páreo para a catraca, então “apenas” depenamos a bike e no dia seguinte fui convencer meu bicicleteiro a montar uma fixa. Não sem antes ficar um tempão passando uma massa que ganhei do Canna para que as marcas do tempo fossem suavizadas. Algo como, segundo a JuM, uma exfoliação. Vários machucados nas mãos depois, a bike estava rejuvenescida.
O bicicleteiro precisou de 24hs para tomar coragem e sábado de manhã eu já estava lá pressionando o cara pra poder ter uma diversão fixa no finde. Às 13:00hs a bike estava pronta, de pneus novos (os antigos estavam péssimos) e eu ainda dei mais trabalho para ele pq comprei a fita anti-furo e claro que queria que ele colocasse.
Mas tive que trabalhar e não pude usar a bike no sábado, coisa que só aconteceu hj, domingo. Foram 2 rolês:
O primeiro, uns 50 minutos pedalando (no intervalo da garoa). Algumas considerações:
1- preciso de um canote maior
2- o selim continua empinando, apesar de todos os apertos. Preciso de outro carrinho, é isso?
3- o pedal esquerdo dá um soquinho num ponto da volta. É o pedal, não é o pedivela. Isso é questão de aperto ou terei que trocar os incríveis pedais de berlineta que acompanham a sprint?
4- a relação é pesada, mas menos do que achei. Até consegui encarar umas subidas, claro que não muito grandes nem tãoooo inclinadas. Mas preciso ajustar a altura do banco para não destruir meus joelhos.
5- Acho que talvez quem sabe esteja começando a pegar o jeito de reduzir a velocidade dela. Na verdade nesse rolê estava preocupada basicamente em parar, que é meu grande medo nessa bike. Para quem conhece minha casa, consegui encarar a descida até meu portão segurando a velocidade no pedal, só brequei na porta. Mas… DÓI!!! E claro que estou longe daquelas brecadas destroem pneus, só reduzo a velocidade, e ainda assim porque a velocidade anterior não era tanta. Mas é um começo, né?
O segundo, agora à noite. Nesse eu estava um pouco mais adaptada à bike, continuando mais preocupada com como segurá-la que com velocidade ou malabarismos (esses tentarei na garagem, escondida de todos. Chega de tombos públicos). Impressões:
– De fato não peguei nenhuma subida bicuda, mas fiquei espantada de encarar várias subidinhas pelo caminho e superar todas. Decidi que não quero mexer na relação nesse momento;
– Tive um momento de susto grande quando resolvi correr num trechinho. Perdi o controle dos pedais e fiquei com as pernas no ar esperando reduzir a velocidade para conseguir “achar” os pedais novamente. Achei que ia me arrebentar no chão. Mas foi bom porque então resolvi que tinha que treinar pedalar, e não só tentar parar. Sim, sei que o firma-pé serve exatamente para esses momentos…
– O soquinho no pedal esquerdo aumentou. Agora são 2 socos, em momentos distintos. E agora tenho um nheco-nheco no pedivela. Aquela história de bike silenciosa foi pro saco. Visita ao mestre bicicleteiro amanhã…
– Dores: nas mãos, em alguns lugares nas costas, na bunda e um pouco nas coxas.
Dados técnicos:
Sprint 10 1979 – com algumas peças datando 1978. Acho que tirando a fita do guidão o resto é tudo original
Relação: 52 X 20
Valores:
Bike – 230,00
Pneus e montagem da fixa – 70,00
Fita anti-furo – 36,00
Peças da fixa – preciso da ajuda do Canna para saber… algo como 60,00?
Acho que é isso.
E a minha fixa é a mais linda de todas, porque é minha!!!! hehehe
Márcia

PS: e agora temos um bicicleteiro que monta fixas!


Vermelho e Laranja

outubro 19, 2008

Uma propaganda…de pneus.

dica do Pedaleiro: Roda Fixa e hutchinson : uma bela propaganda

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