The Pedal Pusher Society

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Nós somos a Pedal Pusher Society, o primeiro grupo de mulheres e trangêneros ciclistas de Milwaukee. Nossa missão: criar em Milwaukee uma cultura ciclística independente, que dê suporte e encorage, além de, simultaneamente, ter maravilhosos momentos.

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E ai, Pedalinas, mais apropriada essa comparação seria?

Saiba mais aqui.

14 respostas para The Pedal Pusher Society

  1. Talita disse:

    Eu gosto muito do fix without dix em relaçã a isso tb, no flyer delas elas contemplam especificamente a identidade de gênero, independentemente do corpo sexuado.

  2. Aline Cavalcante disse:

    senti uma ironia nessa pergunta do silvio, espero mesmo ter sido impressao minha.. enfim!

  3. dianadepedal disse:

    um pouco mais apropriada e um pouco mais RESPEITOSA.

  4. dianadepedal disse:

    (isso se deixarmos de lado a questão ‘ironico ou não’)

  5. Sílvio disse:

    Aline, ironia zero. Eu realmente gostaria muito que a participação de vocês moças inteligentes, bonitas e tesudas que pedalam fixas fosse maior no fixa sampa. Esse post e alguns outros que estou gestando são uma tentativa de diálogo.

    E um diálogo que visa, principalmente, o MEU crescimento.

    Não manjo nada de questões de gênero. Provavelmente por ser eu um homem, adulto, branco, educado, clase média que nunca fui minoria, excluído, nunca estive em risco por questões… sei lá… ontológicas.

    Outra coisa que me afasta desse tipo de questão é que tudo é muito sério. As pessoas estão sempre armadas. O diálogo já vem com ecos que não pertencem aos participantes.

    Amei o e-mail que a Talita me mandou sobre o post anterior. Talvez, imagino, que pelo breve diálogo que travamos, ela não tenha suspeitado de que eu tenha sido irônico. Ela ganhou 1.247 pontos no meu conceito.

    Aproveitando: Talita, a frase “identidade de gênero, independentemente do corpo sexuado” transcende minha compreensão.

  6. Dri disse:

    A Tá pode explicar melhor, mas arrisco um comentário:

    “Corpo sexuado” é a configuração física: se a pessoa nasce com órgãos sexuais femininos ou masculinos. “Identidade de gênero” é como a pessoa é de fato: homem ou mulher, independente da configuração física.

    As duas coisas não coincidem necessariamente, por isso que uma pessoa pode ter o corpo feminino e, na verdade, saber que é um homem. E a relação entre o “corpo sexuado” e a “identidade de gênero” também varia, por isso que uma pessoa que tem o corpo masculino e a identidade de gênero feminina pode se sentir bem do jeito que é ou pode sentir a necessidade de fazer uma operação de “troca de sexo”, por exemplo.

    E também há uma diferença entre “identidade de gênero” e “orientação sexual”. O que quer dizer que um gay ou uma lésbica não são pessoas com o “corpo errado” e sim simplesmente pessoas que sentem atração por pessoas do mesmo sexo. Do mesmo jeito que alguém que tem uma “identidade de gênero” diferente do “corpo sexuado” não é necessariamente gay ou lésbica, muitos são heterossexuais.

    Enfim, o mundo é muito variado.🙂

    E, Sílvio, gostei muito do post, do seu comentário e do espaço de discussão que eles abriram. Parabéns.😉

    PS: Adorei o “questões ontológicas”, acho que você não poderia ser mais feliz na escolha do termo. Pois realmente estamos falando de ontologia: de como os seres são. Nesse caso, como as pessoas são, e como questões de “orientação sexual” e “identidade de gênero” nada mais são do configurações da existência humana, que variam muito além da simples fórmula homem/mulher heterossexual.

  7. Gunnar disse:

    Esse papo todo de copro sexuado, identidade de gênero e afins é muito fofo e tá super na moda, mas me dizer que quem nasce homem às vezes é mulher e vice-versa, faça-me o favor… era bem mais simples quando homem tinha vontade de trepar com homem, ia lá e trepava, e ficava por isso mesmo, sem ficar levantando essas bandeiras todas.

  8. Dri disse:

    Recomendo que leia de novo a parte “‘orientação sexual’ e ‘identidade de gênero’ não são a mais coisa”, pois pelo visto você não entendeu a diferença.

  9. Dri disse:

    *mesma coisa

  10. Talita disse:

    Gunnar, seus comentários edificantes me fazem ver pq algumas discussões realmente precisam existir.

  11. Sílvio disse:

    Gunnar, esse papo é bizarro pra mim também. Soa esquisito. Mas nós nunca tivemos que pensar a respeito. Pra gente, é só uma complicação dos outros. A gente só tem que escolher como conviver com eles. Pra quem tem que viver essas questões, o que nos parece complicado, deve ser resultado de vários processos que nós não vamos entender tão rápido. Não é moda. Talvez seja modo (credo, hehehe).

  12. Jeanne disse:

    Papo de identidade de gênero e corpo sexuado tá na moda, ao contrário das bikes de roda fixa, sempre passando ao largo do hype… ^^

    Ok, sem ironias agora. Bom post, Silvio, amplia o debate. Tem muito pra se discutir aí, e em algumas questões nem os estudiosos do tema entram em acordo. Outras, por outro lado, estão bem estabelecidas, como a diferença entre identidade de gênero, orientação sexual e corpo sexuado. O principal é manter a postura e o coração abertos para aprender, para podermos acolher cada vez mais a todo mundo.

  13. diana disse:

    reconheço que já vim armada sim, mas mais pelo tipo de discurso que vi em grande parte dos posts antigos do blog. e veio mesmo com ecos de vários lugares da sociedade, sei la. só sendo mulher pra saber como é ser desrespeitada todos os dias na rua, e se voce revida é tida como louca, ‘mal-comida’ ou em ‘tpm’ (como se a menstruação fosse algo do que se envergonhar, enfim..)

    mas acho ótimo que voce está tomando consciência dessas questões e abrindo o debate. acredito que esse tipo de coisa representa um crescimento pra várias pessoas, e levemos o debate adiante então…

  14. Vitor M disse:

    Muito além das discussões sexistas acho que deveríamos focar no respeito e desenvolvimento humano.
    Acredito que falte conhecimento e maturidade para muitos dos posts e comentários dos homens neste blog. Enquanto analista da sociedade e pessoa observadora compreendo o complexo panorama em que o homem se encontra (http://blogsergiofreire.wordpress.com/2009/05/30/entrevista-com-contardo-caligaris/) e considero as provocações masculinas constantes neste blog infantis e retrógradas.
    Não obstante, as respostas das mulheres são mais que esclarecedoras para um público masculino que se esforça para se apropriar da profundidade das suas palavras e do comprometimento de sua causa.

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