Controle, vigilância, opressão.

agosto 2, 2011

Tudo o que não cabe numa bicicletada.

Genial idéia do Palmas. Belo vídeo do Capitão Lacerdinha.

As vezes eu sinto saudades da bicicletada. Mas ai eu lembro que ela é mal frequentada por pessoas de baixa estirpe e passado duvidoso e a vontade passa.


É na Zoropa?

julho 14, 2011

foto do Carlos Alkmin - CarlosAlkmin.com

Zoropa o caraleo!!!

Isso ai é o serviço de valet do SESC Pinheiros durante o fórum “Cidades, Bicicletas e o Futuro da Mobilidade”, promovido pelo Ciclocidade.

Se você perdeu essa, aproveite hoje e amanhã o seminário sobre melhoramentos cicloviários promovido pelo CicloBR.

Transmissão também pela interneta.

 


Liberdade

maio 28, 2011

Marcha da liberdade hoje.

Enviado pelo Pedalante.

Foto de Reinaldo Canato, no uol.


O ciclocine está de volta

abril 28, 2011

Pode ser cabacisse minha, talvez ele já tenha voltado faz tempo e eu só tenha percebido agora. O importante é que o agradabilíssimo Espaço Contraponto abrirá hoje suas portas para mais uma sessão de cinema. Com o filme “Share the road” que você certamente não verá no cinemark.

Vai ser logo depois da mão na roda. Entre na página dos caras e veja onde é e como chegar.

“Share The Road é um documentário que trata da vida daqueles que andam de bicicleta em duas megacidades: São Paulo e Nova Iorque. O filme mostra a bicicleta como peça fundamental na reapropriação do espaço urbano, que pedestres e veículos não-motorizados ‘perderam’ para os carros no decorrer do último século. Diversos ciclistas paulistanos participaram do filme, entre eles Thiago Benicchio, Renata Falzoni, Aline Cavalcante, Taiza Sanna, Tinho Costa, Martin Montingelli, Daniel Haaze, Lincoln Paiva, Phillip Svercl entre outros.

‘Aqui, não somos ‘nós’ – os ciclistas – contra eles – ‘os carros’. Pelo contrário: nossa intenção é, como tentamos demonstrar através da escolha do nome do projeto, deixar claro que o que queremos está mais próximo do ‘nós E eles’. diz Andressa

Não percam!!!”


Bicicletada

abril 27, 2011


Massa crítica do ABC

abril 26, 2011

Apesar de também ter poucas fixas (só uma!), esse vídeo é o oposto do outro: a captação das imagens é uma tosquera, mas as músicas são muito boas.

E é um tesão ver uma massinha crítica surgindo e crescendo.

Grande ABC, mandando muito bem.


Fantasia

abril 25, 2011

Apesar de poucas fixas e da música meio média, esse é sem dúvidas o vídeo de bikes mais foda feito até agora em terras brasilianas.

Meus parabéns.


Vá de bike é brasil no BOB’s

abril 6, 2011

Todo ano o Deutsche Welle (que é tipo a tv cultura da Alemanha) promove um concurso para eleger os melhores blogs do mundo.  Tem várias categorias. Uma delas é a de melhor blog em língua portuguesa.

O cicloativismo já levou esse prêmio em 2006, com o maravilhoso mas infelizmente quase falecido Apocalipse Motorizado.

Esse ano o concorrente das duas rodas e da luta contra a burrice no trânsito é o sensacional Vá de bike, do Willian Cruz, também conhecido como A lenda.

Eu diria que tá uma barbada. Já ganhou.

E com muito, muito mérito. O cara sempre manda muito bem, sempre eleva o nível das discussões e tem um fôlego do caraio. Não é fácil manter um blog. Principalmente mantendo a qualidade. Vide, por exemplo, o fixa sampa, que tá foda.

Essa é a última semana pra votar. Então entra lá e vota no Talk to himself do Allan Sieber, que é foda e não merece ficar na lanterna


Relato do atropelamento

abril 2, 2011

Perdi o timming. Mas, mesmo atrasado, vale a pena ler o relato do Dailor, nosso colega de trabalho fixeiro gaúcho.

Ele foi um dos “sortudos” que teve “só” umas escoriações e a bike esmagada pelo assassino do golf preto.

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Nunca na minha existência presenciei um tiroteio, mas essa foi a certeza ao ouvir as primeiras bicicletas e ciclistas estilhaçarem os vidros do Golf preto até eu ser atingido por trás e me perceber no chão, repleto de dúvidas. Ao olhar à minha volta e depois o carro no horizonte, comecei a entender que aquilo havia sido um atropelamento coletivo em plena Massa Crítica, proposital e cruel, em decorrência do surto egoísta e violento de um “cidadão de bem”.

A sensação física de um atropelamento é horrível, não há tempo de evitar e, quando acontece o impacto, o corpo é atingido rapidamente em vários lugares, a confusão de idéias se instaura e logo as dores começam a lembrar da realidade. Felizmente, nada grave: um entorse no tornozelo (facilitado pelo firma-pé, hehe), pontos nas costas e hematomas e arranhões por todo o corpo. Sorte.

Assim que percebi não ter sofrido nada grave, vi um amigo deitado no chão, inconsciente, mas com diversas pessoas ilesas e mais aptas a ajudá-lo, portanto tratei de me recompor. No mesmo instante recebo uma ligação da namorada, querendo saber se eu tinha participado da Massa – devido ao mau tempo – e quando iríamos nos encontrar. Na afobação de contar os fatos e sem saber da gravidade dos feridos, fiquei tonto, tive que sentar de novo. Por pouco não foi a primeira participação dela, e caso estivesse do meu lado esquerdo… Nem quero pensar…

Era a quarta Massa Crítica de que eu participava com uma fixa. Já éramos cinco ou seis todos os meses e cada vez mais gente que provava alguma alheia dizia “quero uma pra mim!”. Faz uns 3 anos que comecei a utilizar a bicicleta como meio de transporte e uns 6 meses que passei a pedalar quase que exclusivamente de fixa. E tem sido cada vez mais deliciosa a interação com a bicicleta e com o meio urbano, pois sabemos que é uma experiência diferente: antecipar as freadas, embalar nas subidas, reduzir com as pernas, sentir-se um só. Até então, minha opinião sobre o trânsito de Porto Alegre era mais positiva, naquilo que é possível ter de positivo em uma capital brasileira sem qualquer incentivo à bicicleta, ou seja, não recomendaria para muitos, porém me sentia relativamente seguro.

Já em relação à Massa, o clima era de amizade, celebração, tranqüilidade, reivindicação, visibilidade. Nem por isso tudo eram flores: xingamentos eram normais, pois o processo de sair da bolha não está ao simples alcance de uma atitude pessoal, é preciso vencer as estruturas alienantes e individualistas e, para contribuir com isso, não vejo como pedalar sem ser visto e sem “trancar” a rua momentaneamente. Mas esta já é uma discussão posterior que não deve prevalecer agora.

Apesar do descontentamento de muitos, nunca imaginei que algum motorista fosse capaz de simplesmente avançar o carro sobre mais de uma centena de ciclistas que pediam – vejam só que audácia! – mais humanização no trânsito e no espaço público. Sempre achei que uma briga poderia ocorrer, mas não isso.

Enfim, acho que a partir de agora tudo será diferente. A exposição dada ao fato nos coloca como responsáveis – qualquer ciclista – em defender cada vez mais a bicicleta como meio de transporte, o planejamento mais humano do espaço urbano e um maior respeito às leis de trânsito. Mas confesso que no momento, em meio a inquérito policial, processos judiciais e reportagens na mídia, o que eu queria mesmo era só pedalar de novo minha fixa!

Coragem!

Dailor Sartori Junior


Cê acha que isso é vida?

março 24, 2011

Célia Armstrooooooong!!!!!!!!!!!!

Mostrando um pouquinho do uso da bicicleta no seu dia-a-dia.

Querendo, tem jeito.

E amanhã tem bicicletada. Aqui, em Porto Alegre e em vários lugares do mundo.

Vários fixeiros de Sampa e Curitiba se encontraram com os incipientes fixeiros de POA para tocar o terror na capital dos Pampas.


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