Ciclovia marginal

novembro 20, 2009

Cuidado com as capivaras

Existe um projeto de uma grande ciclovia às margens do rio Pinheiros.

Por mais que a idéia seja óbvia, a implantação pareça simples, os benefícios inegáveis e a praticidade absoluta, essa idéia já está desde 2005 sendo cozinhada na burocracia estatal.

Mas para a nossa sorte, o Pasqua está de plantão!

O cara tá desde 2005 enchendo o saco dos caras. Acabou ajudando a fazer várias pontes entre burocratas de partes diferentes da máquina estatal e publicou no seu site um “tudo o que você queria saber, mas ninguém conseguia explicar”.

Imagina a situação do sujeito que sai lá dos confins da zona sul, vai até Pinheiros e depois volta.

Num percurso de aproximadamente trinta quilómetros (ida e volta) ele vai gastar no mínimo, no mínimo (e eu estou sendo bastante generoso), três horas do seu dia no estresse do trânsito. Seja num automóvel ou no transporte público.

Agora, numa ciclovia plana (leito de rio que não tem queda é sempre plano), bem asfaltada, com bebedouros no caminho, sem cruzamentos nem ameaças de morte, um cidadão mediano fará esses trinta quilómetros em no máximo duas horas. Se ele se empolgar com o exercício físico e tiver condições, ao invés de perder três horas do dia, vai se divertir uma e vão sobrar duas para fazer o que quiser.

Isso porque eu não vou perder meu tempo enumerando todos os outros milhões de benefícios que essa mudança trariam para as pessoas que a realizassem e para todo o entorno.

Não seria exatamente esse o papel do Estado? Por que é preciso tanta demora e pressão?

Manda bala Pasqua, estamos contigo.

Anúncios

Em Berlim, abelinha!

abril 21, 2009

Ela planeja (seu) pedalar de Berlim até a capital da Dinamarca.

Em Berlim, lembre-se do recado do (guru) Gabba:

Foto: Gabba

Foto: Gabba

” Os motoristas alemães continuam parando em cima das calçadas e ciclovias, buzinando e matando os ciclistas e pedestres.

A pequena diferença é que aqui, pelo menos, eles olham por cima do ombro antes de converter a direita pra ver se tem um ciclista tentando seguir reto. Vai que o maldito ciclista amassa a porta do buda sobre rodas…

Com educação, sem educação, no terceiro ou no primeiro mundo: Autofahrer = Idiot!”

…….

mais sobre Berlim:

As ruas primaveris de Berlim

As ruas Berlinenses

Por calçadas sem carros

.-.-.-.


Fixamente em Bogotá

novembro 16, 2008

Na cidade das ciclovias…

O N E   L E S S   G E A R


De fixa em uma ciclo-TOSCO-via paulistana

outubro 23, 2008

São Paulo, é a cidade dos superlativos: números de habitantes, carros em circulação, ruas e avenidas. etc.

“(…)A cidade foi repensada nos últimos 50 anos para atender as demandas do uso do automóvel particular,(…)São Paulo ainda não é uma cidade amiga da bicicleta, mas é possível a um ciclista viver nela.(…)”

Diria mais, sim é possível pedalar na cidade( apesar de não existência de ruas com tráfego calmo, ciclofaixas e  contar com menos de 30 km de ciclovias)

Já em Curitiba

Sobre as Ciclovias em São Paulo:

Uma bicicleta a mais em São Paulo

6 km de ciclovia em SP

Operação Pomar 2.0

As cidades e os rios

Apocalipse em números

O N E   L E S S   G E A R


%d blogueiros gostam disto: