Fixed INRI

agosto 19, 2009

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E o volódromo da USP?

agosto 9, 2009
Escoltados por motocicleta, ciclistas treinam no velódromo do Cepeusp, em foto de 11 de setembro de 1985. Hoje, desativado, o espaço se tornou o principal palco para festas na Cidade Universitára. Sua reabertura foi cogitada quando os treinos de ciclistas passaram a criar atritos na universidade, mas até hoje nenhuma providência com esse intuito foi tomada.

Escoltados por motocicleta, ciclistas treinam no velódromo do Cepeusp, em foto de 11 de setembro de 1985. Hoje, desativado, o espaço se tornou o principal palco para festas na Cidade Universitára. Sua reabertura foi cogitada quando os treinos de ciclistas passaram a criar atritos na universidade, mas até hoje nenhuma providência com esse intuito foi tomada.

Você sabe quantos velódromos existem no Brasil?

E quantos estão em atividade?

Segundo este artigo encontrado pelo Morino, existem apenas 5. Segundo este outro, também encontrado pelo mestre, são 6. Sendo que só o de Curitiba, do Rio e o de Caieiras estão em condições de uso.

O de Curitiba o pessoal de lá já disse que tá uma bosta, piso ondulado exposto às intempéries. O do Rio foi construido para o Pan de 2007 e já deve ter sido abandonado. Ou proibido ao público.

Ambos estão muito longe da gente, de qualquer forma.

Por aqui temos o de Caieiras, que não é exatamente perto, mas com muito esforço dá para pensar em usar. Só que esse velódromo, que pertence a Federação Paulista de Ciclismo, foi pensado sei lá pra que: não tem arquibancada, não tem bebedor, não tem cobertura e o piso é muito abrasivo. A única vantagem é que fica perto de uma estação de trem.

Abandonado e triste

Abandonado e triste

E o velódromo da USP?

Construido em 75 para o Pan de São Paulo, está totalmente impraticável. Desde o final da década de 80 está sem manutenção!!!!!

DÉCADA DE OITENTA!!!!!!!!

Segundo as próprias palavras do diretor do CEPEUSP, clube restrito a comunidade USP onde se encontra o velódromo, só há duas alternativas para o futuro: reforma ou destruição. “As duas soluções são caras, por isso ainda não se considera uma reforma para a pista de ciclismo. Ele acredita que os benefícios seriam poucos para um custo alto, pois não existem muitos ciclistas de pista e os ciclistas da USP não utilizariam a pista, uma vez que ela possui 200m e eles treinam por distância.”

Eu pergunto: será que o fato de não existirem velódromos contribui para que não existam ciclistas de volódromos?

Elementar meu caro Watson.

O grande Pablo visitou o velódromo e constatou com os próprios olhos a situação.

O grande Pablo visitou o velódromo e constatou com os próprios olhos a situação do velódromo fantasma.


Fixa musa

junho 21, 2009

Juliet Elliot

Já que a gente vai demorar muito tempo pra conseguir relatar tudo de legal que vimos hoje na pista de Caieras, aqui vai mais um vídeo da muito bem escolhida musa do Marcel pra encher lingüiça.


IPI zero para bicicletas

junho 15, 2009

Enquanto o presidente insiste em caminhar na contra mão, propondo reduzir para sempre o IPI sobre os motorizados, o senador Inácio, do Ceará, está propondo IPI zero para bicicletas.

Ele criou o Projeto de Lei nº 166 de 2009 e propos um abaixo assinado para pressionar os senadores e deputados.

Antes de mais nada, não quero nem saber de que partido é quem.  Na página do Inácio não tem nenhum logo de partido (pelas cores puxando pro vermelho, deve ser de algum de “esquerda”) e não me sinto na obrigação de descobrir de que lado ele samba. Quero que se fodam todos os partidos.

O que me importa é somente uma coisas: que paguemos preços menos absurdos por bicicletas e suas peças.

Um amigo que trouxe uma bike do exterior havia me dito que pagou imposto como se bicicleta fosse brinquedo e que se fosse taxada como meio de transporte ele teria pagado menos.

Não encontrei nada que confirmasse essa informação. Mas aprendi algumas coisas sobre o IPI.

Segundo a TIPI (Tabela do IPI), seção XVII, capítulo 87.03, os veículos com motor de pistão, de qualquer cilindrada, com capacidade inferior a seis seres humanos, são taxados entre 07% e 25%. Isso sem contar a redução (por enquanto) temporária dos tempos de crise.

Segundo a mesma tabela, mesma seção, capítulo 87.12, bicicletas sofrem taxação de 10%. Todas as suas peças recebem a mesma taxa de 10%, exceto os selins (12%), os pneus (15%) e os aparelhos de iluminação (15%).

Recebem exatamente a mesma taxação das motos e são sim taxadas como veículos, sendo que pagam mais imposto do que carros de mil cilindradas (7%).

Repito: essa comparação foi feita com o IPI cheio. Nesse exato momento e até o fim do mês, não são só os carros mil que estão pagando menos impostos do que as bicicletas.

Dessa forma, o fim do IPI para as bicicletas as tornaria pelo menos 10% mais baratas. Se outros projetos surgirem e reduzirem os outros impostos, será muito mais fácil comprar uma bicicleta.

Isso não é jogar dinheiro fora, não é desviar a verba que iria para a saúde ou a educação, não é privilegiar um grupo específico.É possibilitar que mais e mais pessoas adotem esse charmoso, ecológico, saudável e feliz meio de transporte.


Malhar o Judas do Alexandre – Bicicletada Extra

abril 11, 2009

via blog do Aylons

Data: 11/04/2009

O local?
O mesmo de sempre, Praça (ainda não sinalizada) do Ciclista, que fica no canteiro central da Avenida Paulista, entre as ruas da Consolação e Bela Cintra (Mapa).

Concentração Lúdica: 12h

Saída: 14h

Sábado de Aleluia estão todos convidados a malhar o judas mais odiado deste ano em São Paulo: Alexandre de Moraes.

Ele conseguiu a proeza de ser odiado por ciclistas, motoristas e motoqueiros de São Paulo ao dar a morte para os primeiros, engarrafamentos para o segundo, e mostrar a bunda para os terceiros. Como? Disse que não liga se ciclistas morrem se isso ajuda o trânsito a ficar bom, deixa acontecer engarrafamentos recordes e se recusa a colocar as faixas de motos (que trazem segurança), porque os motorista não querem.

Enfim, a partir do meio dia (mas talvez começando mais tarde), na Praça do Ciclista, malharemos o Alexandre de Moraes, presidente da CET, SPtrans e secretário da (falta de) transporte na cidade de São Paulo.

Foto: Aylons

Foto: Aylons

O N E   L E S S   G E A R


As possibilidades são infinitas

fevereiro 26, 2009

Por mais que nosso mercado seja ridículo e seja ridiculamente difícil encontrar qualidade e variedade por aqui, não desistamos!! Por mais que nosso trânsito seja assassino e doa muito sentir isso na pele, não desistamos!! Por mais que a cidade seja feia, poluída, cinza e desumana, não desistamos!! Por mais que insistam em nos expulsar das ruas, não nos cumprimentem, não nos enxerguem, nós não vamos desistir!!

Justamente por causa de tudo isso, continuaremos.

A criatividade e a cooperação são nossas armas.

À luta!!



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